No caso concreto das Zonas Altas, áreas densamente habitadas, arredadas do desenvolvimento e marcadas por diversos problemas e situações que põem em causa a qualidade de vida de quem ali reside, são vários os exemplos de lutas dinamizadas pela CDU, não apenas no terreno, mas igualmente nas vias institucionais, nomeadamente por mais e melhores acessibilidades, mais transportes públicos, acesso ao saneamento básico, melhores condições de segurança em zonas de risco, etc.... lutas que permitiram às populações usufruir de direitos básicos de cidadania, direitos esses que sempre lhes foram negados por quem exerce o poder nesta Região.
E que têm as Zonas Altas e as suas populações a ver com a Assembleia da República e as eleições que se avizinham? Tudo. Está mais que provado que só com uma força interventiva, de luta, reivindicativa, que represente verdadeiramente o Povo e os trabalhadores, é que as populações terão, de facto, mais direitos, mais acesso ao bem-estar e ao desenvolvimento, melhor qualidade de vida.
Não obstante o que PSD, CDS e PS afirmam, que não existe alternativa para a actual situação do País, a CDU propõe e bate-se por uma política de ruptura, alternativa, patriótica e de esquerda, que permita a recuperação do País, o combate à austeridade e o resgate da soberania nacional e, no caso da Região, da nossa Autonomia, barbaramente mutilada pelo Programa de Ajustamento Económico e Financeiro.
Mas tal política alternativa só será possível com o reforço da CDU, em votos e em deputados, na Assembleia da República. Só assim se poderá dar mais voz a quem é a força do Povo e a quem tem lutado pelos direitos das populações.
Mais CDU na Assembleia da República é a garantia de mais direitos para as populações das Zonas Altas. Por isso, no dia 04 de Outubro, ao votar CDU - na foice e martelo com o girassol ao lado - as populações e os trabalhadores estarão a usar o seu voto de forma firme e eficaz.